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Por que a indústria alimentícia precisa de encaixotadoras específicas
Uma linha alimentícia opera com margens apertadas, alta cadência e sob fiscalização sanitária constante. Encaixotar manualmente esses produtos gera afastamento por LER, contaminação cruzada e variação de peso na caixa — três problemas que uma encaixotadora genérica não resolve. Máquinas dedicadas ao setor combinam materiais aprovados para contato com alimento, geometria de fluxo higiênico e integração com sistemas de controle de peso já existentes.
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Higiene e conformidade: aço inox, washdown e ANVISA
As encaixotadoras Trialo para alimentos são construídas em aço inox 304 (ou 316 para ambientes salinos), com IP adequado para lavagem por jato de alta pressão. A engenharia elimina cantos vivos, retenção de líquido e áreas de difícil limpeza, atendendo ao que a ANVISA exige em auditoria de linha.
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Soluções por tipo de alimento
Grãos e farinhas exigem controle de poeira e vedação; snacks precisam de manuseio leve para não quebrar; conservas e enlatados demandam robustez para peso e alta velocidade; congelados pedem componentes resistentes a temperatura negativa. A Trialo dimensiona cada projeto por família de produto, não com solução única.
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Encaixotadora automática x semiautomática para alimentos
Linhas acima de 40 caixas/minuto ou com múltiplos turnos operando 24/7 justificam a automática. Fábricas com produção pulverizada em muitos SKUs, ou com investimento inicial mais restrito, obtêm ganho expressivo já com a versão semiautomática, mantendo a possibilidade de expansão futura no mesmo footprint.