01
Como funciona uma célula pick-and-place
Um sistema de visão identifica a posição e orientação de cada produto na esteira. O robô — normalmente delta, SCARA ou de 6 eixos — pega o item com garra por vácuo, pinça ou magnética e o deposita na caixa seguindo um padrão programado. A caixa é fornecida por um formador integrado e segue para uma seladora após completar o pack.
02
Quando pick-and-place é a melhor escolha
Sempre que o produto exige delicadeza, orientação controlada ou quando o portfólio muda com frequência. Cosméticos com múltiplos SKUs sazonais, chocolates e bombons, frascos farmacêuticos, sachês e produtos irregulares são casos clássicos. Também é a tecnologia natural quando velocidades altas coexistem com trocas curtas — algo difícil de resolver com solução mecânica.
03
Pick-and-place vs wrap-around
Wrap-around ganha em altíssima cadência de um mesmo SKU e caixas rígidas. Pick-and-place ganha em flexibilidade, produtos delicados e padrões complexos de arrumação. Em muitas plantas, as duas convivem: wrap-around nos SKUs de alto giro e uma célula robotizada nos itens especiais.
04
O que a Trialo entrega no projeto
Estudo de célula (robô, garra, visão), simulação de ciclo, integração com o formador de caixas e a seladora, comissionamento em fábrica e FAT/SAT com meta de OEE. A engenharia é própria — programação, mecânica, elétrica e visão em uma única equipe.